Artigo
01/01/2015
O DRAGÃO E A ESPADA – 2K15 - ANO NOVO VIDA NOVA! SERÁ?

2015, ano novo, vida nova, ciclo novo!

Será?

Diminuídas as tensões eufóricas produzidas pelos períodos festivos, culturalmente chamados de Natal e Ano Novo, que são movimentados pela nossa sociedade, cultura e religião, causando um efeito de embriagues da realidade ou ainda efeito anestésico sensorial e emocional nos indivíduos e na sociedade em modo geral. Reflitamos um pouco sobre a verdadeira realidade ao qual estamos inseridos.

Não usaremos este espaço para discutir ou divagar sobre o contexto econômico, religioso e social de Natal e Ano Novo, mas sim para fazer uma análise sob a ótica cíclica que estas datas representam.

O Universo é regido por ciclos, que formam os movimentos oscilatórios da vida em suas mais diversas amplitudes, sentidos e durações (tempo). Indexado ao fator tempo, parâmetro este existente na 3ᵃ dimensão, medimos os ciclos em segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, ciclos lunares, ciclos climáticos, anos, vidas, séculos, milênios, eras...

Esse ciclos representam um início e um fim de algo, servindo ele de limitador de tempo de; aprendizado, comprimento de tarefa, encerramento de um débito, crescimento espiritual, evolução, experimentação, desenvolvimento, etc.

Sendo assim, baseado em nosso calendário Juliano, temos o ciclo de tempo chamado Ano, correspondente aos 365 dias e seis horas. Ciclo este que se inicia em Janeiro e se encerra em Dezembro, segundo nossa cultura derivada historicamente do eixo Romano/Cristão.

Desta forma entendemos de forma consciente e inconsciente que Dezembro representa o encerramento deste ciclo e Janeiro o início de um novo ciclo. Culturalmente nos condicionamos a um hábito chamado de “Promessas” e festejos de ano novo, vida nova, sempre carregada de esperanças de novas posturas, grandes transformações, mudanças mil.

 

A pergunta de hoje é:

Quanto dessas promessas e mudanças são efetivamente reais?

 

Quanto dessas avaliações e auto avaliação realmente ocorrem em nossas vidas e de forma honesta, para que essas mudanças ou promessas se operem de forma efetiva?

Quão conscientes somos de nossos movimentos decorrentes e recorrentes de ano em ano ou ciclo em ciclo que se fecham?  Quão conscientes estamos, ou desejamos ser ou estar para que os próximos movimentos nesse novo ciclo de vida chamado de Ano Novo, sejam postos em movimento de forma real?

Quão anestesiado ou ainda conduzido pela euforia coletiva “sou ou estou”, fazendo com que meus ciclos não caminhem, continuando assim estagnado num processo vicioso, coletivo e/ou individualmente?

Quantos questionamentos relacionados a esses assuntos devemos formular para serem respondidos pela nossa consciência?

 

Exemplifiquemos:

 

Quantas vezes você não se pegou fazendo um balanço do saldo do ano ou ciclo que se passou e ao mesmo tempo prometeu no término desse: início de um regime, um novo corte de cabelo, uma nova colocação profissional, um novo relacionamento, ajustes financeiros, desvinculo de um vício ou de algum hábito nocivo, uma nova postura de vida, novos amores, novos ares, nova vida. Frases como: “dessa vez vai ser diferente”, “adeus ano velho, feliz ano novo”, “vida nova! Repetem se ano após ano.

Quanto disso realmente foi realizado? Em quanto tempo perdeu se a motivação? Quão anestesiado pelo ciclo da vida ficou se ou permaneceu se?

Vê se todo ano, muitas festas, muitas promessas, muita euforia, muito consumo, muita cerveja, muito muitos fogos de artifício...

Eh meu caro, no encerramento do ano de 2014 - início de 2015 viu-se os céus de nosso planeta repleto de luzes e estrondos pirotécnicos. As ruas de grandes centros comerciais entupidos de gente, shoppings centers e supermercados superlotados até o último minuto. Nossas geladeiras transbordavam cervejas, vinhos e comida, nossas estradas superlotadas, nossas praias imundas pós a grande ceia e a grande virada, pessoas aparentemente alegres, embriagadas, anestesiadas pelas sensações momentâneas do mundo moderno.

Alguns podem estar achar isso uma grande bobagem, uma grande crítica desnecessária soando até mesmo como algo pessimista, ou como se não devêssemos comemorar os fechamentos de ciclos.

 

Não meus caros, isso não é uma crítica, apenas um convite à reflexões.

Queremos um mundo diferente e uma vida diferente, mas com atitudes iguais. Os primeiros passos para mudança de padrões; mental, emocional e comportamental e a tomada de consciência sobre. Refletir sobre é dar oportunidade a nós mesmos e a nossa consciência da real, é a verdadeira tomada de consciência.

 

“Feliz 2t15, muita expansão de consciência para todos nós.”

 

Por FÁBIO NASA – Esse ano vai ser diferente. Isso é fato, cada segundo é diferente do outro. O ano sim pode ser diferente e eu farei diferente perante as minhas experiências de vida!

Publicado por Fabio NASA
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